Bruna Martins Nogueira. Tecnologia do Blogger.


MOBILIDADE URBANA - MOBILIZE JÁ




Você sabe o que é mobilidade urbana?

Tem o costume de andar pela cidade? 

Usa a bicicleta como meio de transporte?

Pois bem, algumas ações nossas como sempre usar os carros, fazem as cidades se tornar esse caos que estão hoje.

Ninguém mais vai apé no mercado ou na padaria, nem se ele for ali na esquina.

Ouço sempre alguém dizer:
 - MUITO CARRO PARA POUCAS RUAS.



Esse crescimento desordenado das cidades, causa consequências negativas em nossa qualidade de vida.

O stress, o barulho, a poluição nos trazem doenças como o stress, pressão alta entre tantos outros.

Se não começarmos a fazer a nossa parte, ficará ainda mais difícil contornar as dificuldades de vivermos nas cidades.

Esse site traz muita informação.

MOBILIZE BRASIL

Vale a pena pensar fora da casinha.

http://www.mobilize.org.br/

Dica de programa.

Dica de programa para nós estudantes de Arquitetura.


http://arte1.band.uol.com.br/programa-estilo-arte-1/

Viagens organizadas!

EU AMO ESSA DOR DE CABEÇA  rsss

Organizar viagens e misturar os cursos...amoooo


FEICON 2012


 CASA COR 2012

CASA COR 2013



Energia Sustentável...vamos parar para pensar um pouco!

Atualmente se fala muito de atitudes sustentáveis para melhorar o mundo, mas no Brasil, pouco se vem investindo em fontes renováveis de energia.

Veja um exemplo excelente que trás para nós reflexão das ações.


http://g1.globo.com/globo-news/cidades-e-solucoes/videos/t/programas/v/veja-as-mais-espetaculares-revolucoes-energeticas-em-curso-no-mundo-hoje/2939252/

Diário de Classe

Meu Deussss, já começamos com tudo.

Projeto Social para montar, LAUP 5 com um projeto de Operação Urbana monstro rs, forá Acústica, Projetos Urbanos, Arquitetura Contemporânea e meu pesadelo Mecânica de Sólidos.

Por isso tenho estado um pouco ausente.
Hoje apresentaremos um seminário sobre um projeto de intervenção feito em MEDELLÍN – ANTIOQUIA, COLÔMBIA.



Fora a visita da Feicon 22/03.
Bixarada gente boa!!! Fechamos os 2 ônibus rapidinho.

Bom é isso, estou preparando post sobre Conforto Acústico e sobre Arquitetura Contemporânea.
Até o fds eu posto.

Bjão a todos.
Bru.

 

24.000 ACESSOS!

Que alegria eu sinto!

Obrigada a todos pelas visitas.


Trecho do Livro: A Arquitetura da Felicidade

Preciso ler o livro todo urgente!



Leia trecho de A Arquitetura da Felicidade, de Alain de Botton.

Capítulo 1
Uma casa geminada numa rua arborizada. Hoje cedo, a casa ressoava com gritos de crianças e vozes de adultos, mas desde que o último ocupante partiu (com a sua mochila) há poucas horas, ela ficou sozinha para curtir a manhã. O sol surgiu por cima da empena dos prédios em frente e agora entra pelas janelas do andar térreo, pintando as paredes internas de um amarelo amanteigado e aquecendo a fachada de ásperos tijolos vermelhos. Dentro das faixas formadas pela luz do sol, partículas de pó movem-se como obedecendo ao ritmo de uma valsa silenciosa. Do vestíbulo, o murmúrio baixo do tráfego alguns quarteirões adiante pode ser percebido. Ocasionalmente a caixa de correio se abre para receber um folheto melancólico.
A casa dá sinais de gostar do vazio. Ela se reorganiza depois da noite, limpando os seus pulmões e estalando as juntas. Esta criatura digna e amadurecida, com suas veias de cobre e pés de madeira aninhados numa camada de argila, suportou muita coisa: bolas lançadas contra as laterais do seu jardim, portas batidas com raiva, tentativas de plantar bananeira ao longo dos seus corredores, o peso e os ruídos de equipamentos elétricos e encanadores inexperientes sondando as suas vísceras. Uma família de quatro pessoas, acompanhada de uma colônia de formigas ao redor das fundações e, na primavera, ninhadas de tordos nas chaminés. Ela também empresta um ombro a uma frágil (ou apenas indolente) ervilha-de-cheiro que se encosta no muro do jardim, regalando-se com a corte peripatética de um círculo de abelhas.
A casa se transformou numa testemunha bem informada. Foi cúmplice das primeiras seduções, vigiou os deveres de casa sendo feitos, observou bebês envoltos em cueiros recém-chegados do hospital, foi surpreendida no meio da noite por conversas sussurradas na cozinha. Experimentou noites de inverno, quando as suas janelas ficavam frias como sacos de ervilhas congeladas, e crepúsculos no auge do verão, quando as suas paredes de tijolos tinham o calor de um pão recém-saído do forno.
Ela proporcionou não apenas refúgio físico mas também psicológico. Tem sido uma guardiã da identidade. Ao longo dos anos, seus donos retornaram depois de períodos de ausência e, olhando ao redor, lembraram quem eles eram. As lajotas do pavimento térreo falam de serenidade e graça amadurecida, enquanto a regularidade dos armários da cozinha é um modelo de ordem e disciplina que não intimida. A mesa de jantar, com a toalha de oleado estampada com grandes botões-de-ouro, sugere uma explosão de alegria aliviada por uma carrancuda parede de concreto próxima. Junto da escada, pequenas naturezas-mortas com ovos e limões chamam a atenção para a complexidade e beleza das coisas cotidianas. Na prateleira sob a janela, um jarro de vidro com centáureas ajuda a resistir à atração da melancolia. No andar superior, uma sala vazia e estreita é espaço para tramar pensamentos revigorantes, sua clarabóia abre para nuvens impacientes que migram rápido sobre gruas e canos de chaminés.
Embora esta casa não tenha soluções para uma grande parte dos males que afligem seus ocupantes, seus aposentos são evidência de uma felicidade à qual a arquitetura deu a sua característica contribuição.

Cap�tulo 2
No entanto, a preocupação com a arquitetura nunca esteve livre de um certo grau de desconfiança. Dúvidas surgiram a respeito da seriedade do assunto, o seu valor moral e o seu custo. Um instigante número de pessoas entre as mais inteligentes do mundo desdenharam de qualquer interesse pela decoração e o design, equacionando o contentamento, pelo contrário, com questões imateriais e invisíveis.
Dizem que Epiteto, o filósofo estóico da Grécia Antiga, indagou a um amigo que estava muito triste porque a sua casa havia sido totalmente destruída num incêndio: "Se você compreende o que governa o universo, como pode se queixar por pedacinhos de pedra e rocha bonita?" (Não se sabe quanto tempo mais durou esta amizade). Diz a lenda que, depois de escutar a voz de Deus, a eremita cristã Alexandra vendeu a sua casa, fechou-se numa tumba e nunca mais olhou para o mundo lá fora, enquanto outro eremita, Paulo de Sceta, dormia sobre um cobertor no chão de uma choupana de barro sem janela e recitava 300 orações por dia, sofrendo apenas quando soube de um homem santo que conseguia recitar 700 e dormia num ataúde.
Essa austeridade tem sido uma constante histórica. Na primavera de 1137, o monge cisterciense chamado São Bernardo de Claraval fez a volta completa do lago Genebra sem sequer notar a sua presença ali. Da mesma forma, depois de quatro anos no seu mosteiro, São Bernardo não foi capaz de dizer se a área de jantar tinha um teto abobadado (e tem) ou quantas janelas havia no santuário da sua igreja (três). Numa visita ao Convento dos Cartuxos de Dauphiné, São Bernardo deixou os seus anfitriões atônitos ao chegar num magnífico cavalo branco diametralmente oposto aos valores ascetas que professava. Mas ele explicou que tinha pedido emprestado o animal a um tio rico e não notara a sua aparência nos quatro dias de viagem pela França.

Cap�tulo 3
Não obstante, essa determinação em menosprezar a experiência visual sempre veio acompanhada de tentativas igualmente persistentes de dar uma forma elegante ao mundo material. Muita gente entortou as costas entalhando flores nas vigas de seus telhados e cansou a vista bordando animais nas suas toalhas de mesa. Essas pessoas renunciaram ao descanso no fim de semana para esconderem feios cabos de eletricidade por trás das prateleiras. Pensaram cuidadosamente em como seria a melhor superfície para se trabalhar na cozinha. Imaginaram morar nas casas caríssimas que aparecem nas revistas e ficaram tristes, como quando se cruza com uma pessoa desconhecida e sedutora numa rua cheia de gente.
Parecemos divididos entre a necessidade de atropelar nossos sentidos e nos adaptar anestesiados aos nossos ambientes e o impulso contraditório de reconhecer o quanto as nossas identidades estão indelevelmente associadas ao lugar onde vivemos, e junto com ele se transformarão. Um quarto feio pode coagular vagas desconfianças quanto ao que está faltando na vida, enquanto outro ensolarado, revestido com pedras calcárias cor de mel, é capaz de dar sustentação às nossas maiores esperanças.
A premissa para se acreditar na importância da arquitetura é a noção de que somos, queiramos ou não, pessoas diferentes em lugares diferentes  e a convicção de que cabe à arquitetura deixar bem claro para nós quem poderíamos idealmente ser.

Capitulo 4
Às vezes ficamos ansiosos para exaltar a influência daquilo que nos cerca. Na sala de estar de uma casa na República Tcheca, vemos um exemplo de como paredes, cadeiras e pisos combinam-se para criar uma atmosfera em que as melhores facetas de nós mesmos têm chance de florescer. Aceitamos com grande gratidão o poder que um simples quarto possa ter.
Mas sensibilidade à arquitetura tem também seus aspectos mais problemáticos. Se um único aposento é capaz de alterar o que sentimos, se a nossa felicidade pode depender da cor das paredes ou do formato de uma porta, o que acontecerá conosco na maioria dos lugares que somos forçados a olhar e habitar? O que vamos sentir numa casa com janelas que parecem as de uma prisão, carpete manchado e cortinas de plástico?
É para impedir a possibilidade de angústia permanente que podemos ser levados a fechar nossos olhos para quase tudo que nos cerca pois nunca estamos longe de manchas de umidade e tetos rachados, cidades despedaçadas e estaleiros enferrujados. Não podemos permanecer indefinidamente sensíveis aos ambientes que não temos como melhorar � e acabar tão conscientes quanto temos condições de ser. Repetindo a atitude dos filósofos estóicos ou de São Bernardo ao redor do lago Genebra, talvez nos vejamos argumentando que, em última instância, não importa muito a aparência dos prédios, o que está no teto ou como a parede é tratada � confissões de desapego que se originam não tanto de uma instabilidade ao que é belo quanto ao desejo de afastar a tristeza que teríamos de enfrentar ficando expostos às muitas ausências de beleza.

Fonte: http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/040707/trecho_arquitetura.html

Resenha: http://www.vitruvius.com.br/revistas/read/resenhasonline/11.125/4331

Planejamento Urbano

Os anos na faculdade vão passando e aprendo mais, mais e mais.
Sempre ouvi falar em urbanismo, planejamento urbano, mobilidade urbana. 
Mas afinal o que é isso?
No terceiro ano, especificamente no 1º semestre, teremos várias matérias relacionadas ao assunto.
Segue algumas definições:

O QUE É URBANISMO?

O Urbanismo é um campo do conhecimento que têm como objetivo criar condições satisfatórias e ordenadas de vida nos centros urbanos, de acordo com as necessidades humanas, como: meios de locomoção, moradias, lazer, criação de áreas verdes, dentre outras.
O termo surgiu no final do século XIX, quando a revolução industrial levou as cidades a ficarem saturadas e insalubres. Essa desordem fez surgir demandas de intervenções nos meios urbanos de forma a tentar reestruturá-los com aplicações de técnicas e conhecimentos arquitetônicos e da engenharia, o que resultou no surgimento do campo de estudo do Urbanismo.
MOBILIDADE URBANA: “O conceito de MOBILIDADE URBANA sustenta que as políticas públicas de transporte, trânsito e de uso e ocupação do solo devem ser elaboradas de maneira conjunta e harmoniosa. Dessa forma, parece possível que urbanistas, técnicos em transportes, em trânsito e legisladores, apliquem o conceito na administração pública e na revisão do Plano Diretor Estratégico, de modo a diminuir o número de deslocamentos, proporcionando ao munícipe o acesso amplo e democrático ao espaço urbano. Por último, a mobilidade urbana não pode prescindir de uma política que desestimule o uso de veículos particulares e a que qualifique cada vez mais o transporte coletivo o que passa, obviamente, pela ampliação do sistema, pelo conforto e renovação permanente das frotas."  Antonio Goulart

REFLETINDO:

Veja o vídeo, vale a pena para começarmos a refletirmos o assunto.



Fontes: 
http://www.ambiencia.org/site/publicacoes/publicacoes/semana-do-urbanismo/qual-sua-opcao-de-cidade/o-que-e-urbanismo/comment-page-1/
http://www.cicloativismo.com/mobilidade-urbana/




Pensamento do dia




QUANTAS, vezes queremos ser bons e amáveis, e vemos destruídos nossos propósitos de virtude.
Mas ser bom com quem é bom não é vantagem.
O heroísmo consiste, justamente, em ser com quem é mau.
Em permanecer calmo diante das pessoas irritantes. Em ser generoso com as pessoas egoístas.
Procure chegar a esse ponto e demonstre, com o exemplo, que você sabe ser bom.

Foquemos nossas vontades.
Só falta 3 anos meu povo !!!!!!!

hahahahah parece muito mas não é.


Ladrilho Hidráulico





Ladrilho hidráulico ou piso hidráulico (às vezes impropriamente chamado azulejo hidráulico), é um tipo de revestimento artesanal feito à base decimento, usado em pisos e paredes, que teve seu apogeu entre o fim do século XIX e meados do século XX.
Foi apresentado como alternativa ao mármore ou como uma "cerâmica" que não necessitava de cozimento. A partir dos anos 1960, o surgimento de outros materiais substituiu progressivamente os pisos hidráulicos por elementos menos elaborados e mais rentáveis.
Os ladrilhos hidráulicos têm sua origem no final do último século no sul da Europa. Rapidamente se espalharam pelos países mediterrâneos e tornaram-se populares também na Inglaterra vitoriana e na Rússia por sua resistência e por suas qualidades decorativas.
Até hoje continuam sendo produzidos um a um, e a maneira com que são feitos continua a mesma há mais de um século.

Veja como ele é feito:




Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ladrilho_hidr%C3%A1ulico


Semestre quase começando.

Pois é!
Está acabando nossas férias e o ano promete.

Matérias do 5º Semestre.
Voltamos para a luta no dia 30.
Então...logo logo novidades.

Bjo


MUDANÇAS...



Como as coisas mudam, não é mesmo?
Um dia passamos no vestibular e nos vemos  começando uma nova fase.
De repente, você se dá conta que está no 3º ano da faculdade e muita coisa já passou.

2013 para mim foi ótimo, mas 2014 promete.
Promete mais bençãos.
Promete mais esforço e determinação.

Começo também mudanças por aqui, o blog B.Martins Arquitetura, torna-se o 


O nome foi uma ideia do meu primo João Pedro (fofo) às 00h15 do dia de ontem.

Nem preciso explicar muito porque amei o nome sugerido né.
AQUI: Pois amo isso aqui, blog e escrever.
DECOR/AÇÃO: Duas palavras que amo demais DECORAÇÃO e CORAÇÃO.

Fazer algo porque se gosta e se ama, com certeza faz toda diferença.
É meio bobo falar assim, mas, eu AMO SER BLOGUEIRA.

Espero que vocês gostem também.
Feliz 2014!

Um grande abraço,
Bruna

Qual seu nome? Conhecendo um pouco mais algumas peças de design.

Olá pessoal!

Todo estudante de arquitetura, deve conhecer as principais peças de design que sempre aparecem em projetos de decoração.

Trago aqui algumas delas.
Tem  muito mais mas já é um bom começo.





A Series 7™ projetada por Arne Jacobsen é, de longe, a cadeira mais vendida na história da Fritz Hansen e talvez até da história do mobiliário. A cadeira de laminado moldado a pressão é um desdobramento das pesquisas realizadas em torno da também famosa cadeira cadeira ANT™. Esta cadeira empilhável de quatro pés usa a mais sofisticada técnica de laminação, aperfeiçoada nos anos 1920 e 1930 por Søren C. Hansen, neto do fundador Fritz Hansen.

A Egg Lounge é um dos triunfos do design de Jacobsen – um contraste escultural às superfícies quase exclusivamente verticais e horizontais do prédio. A poltrona Egg, criada para a Fritz Hansen em 1958, surgiu de uma nova técnica que Jacobsen foi o primeiro a usar: uma espuma firme em forma de concha sob o estofamento. Como um escultor, Jacobsen empenhou-se ao máximo para encontrar a forma perfeita da concha, trabalhando com argila, na garagem de sua própria casa. A forma única desta poltrona clássica na história do design, cria uma espécie de espaço privativo para quem senta, mesmo em espaços públicos.
Arne Jacobsen desenhou a cadeira Egg™ para a entrada e a recepção do Royal Hotel de Copenhagen. A missão de desenhar todo o hotel bem como seu mobiliário foi a grande oportunidade de Jacobsen colocar em prática sua teoria de integração do design com a arquitetura. 

Arne Jacobsen projetou a POLTRONA SWAN™ assim como a poltrona Egg™ para as áreas de espera e lounge do Royal Hotel de Copenhagen, em 1958. A contratação para projetar todos os elementos da construção do hotel bem como toda a mobília foi uma grande oportunidade para Jacobsen por em prática sua teoria de projeto integrado de arquitetura.




Poltrona Le Corbusier: 




POLTRONA EAMES:  A verdadeira Cadeira do papai.
Este clássico da Herman Miller criado por Charles e Ray Eames, está entre os mais expressivos e colecionáveis designs de mobília do século 20. As formas modernas da Poltrona Eames original são compostas pela combinação de madeira compensada e o couro maleável. Além disso, a poltrona Charles Eames combina com qualquer tipo de decoração, desde as mais clássicas às mais modernas, oferecendo conforto e descanso em casa, em ambientes executivos ou de estar.




CADEIRA WASSILY: É um modelo de cadeira desenhada pelo húngaro Marcel Breuer entre os anos de 1925 e 1927, produzida posteriormente por Standard-Möbel.
Marcel Breuer (21 de maio de 1902, Pecs, Hungria – 1º de julho de 1981, Nova Iorque, Estados Unidos) foi um arquiteto norte-americano de origem húngara. Fez parte da primeira geração de alunos formados pela Bauhaus

Cadeira Panton: Essa cadeira é do famoso designer Verner Panton e marca história no designer de móveis mundial, por ser a primeira cadeira de plástico injetado.passagens promocionais

Cadeira Vermelho e Azul foi uma cadeira projectada em 1917 por Gerrit Rietveld. Ela representa uma das primeiras explorações do De Stijl, movimento de arte em três dimensões.
A cadeira originalmente foi pintada de preto, cinzenta e branca. Contudo, foi depois modificado para se assemelhar às pinturas de Piet Mondrian, quando Rietveldentrou no contacto com o trabalho deste artista em 1918Rietveld juntou-se ao movimento De Stijl em 1919. A cadeira actualmente está no museu de Montreal.



Fontes de pesquisa;


Recomento esse site, tem muito mais informação: http://atec.com.br/






Curitiba. Que cidade linda!

Dados da cidade: Curitiba é a capital do Paraná, um dos três Estados que compõem a Região Sul do Brasil.

Com mais de 1.776.761 habitantes.

Curitiba tem um dos melhores índices de áreas verdes do País: 52 metros quadrados por habitante,
totalizando aproximadamente 82 milhões de m².

Ao percorrer as trilhas e atrações das áreas verdes da cidade, é possível imaginar a importância, para
a população, dos cuidados com o meio ambiente. Os 30 parques e bosques são o resultado mais visível
de uma série de medidas públicas tomadas ao longo do tempo. Algumas se revestem de especial significado.


Temperatura média no verão: 21ºC (tudo que pedimos a Deus)
Temperatura média no inverno: 13º
Clima: Subtropical

A viagem para Curitiba foi bem cansativa.
Fomos aqui por Ourinhos. Pegamos algumas vias de pista simples e outras duplicadas.
Muitos caminhões na ida e na volta para Bauru.

Gasto de pedágio: R$ 114,00 / ida/volta.

Refeição lá, não é caro não, fica na mesma faixa de preço daqui.

Hospedagem: Nós ficamos no Dan Inn Hotel, recomendo demais.
Compramos pelo site 
HOTEL URBANO, nesse site você vai encontrar vários pacotes nacionais e internacionais com ótimos preços.Boa comida, bom atendimento, muito bem localizado.

Ficamos minutos longes do marco zero da cidade, de onde parte o Onibus turismo e do lado do Teatro Guaíra e da Universidade do Paraná.

Para passearNos 2 primeiros dias, pegamos cedinho o Ônibus Turismo.
Ele passa por vários pontos turísticos.
Preço por pessoa R$ 29,00 e te dá a possibilidade de fazer 4 paradas em qualquer um dos pontos.
Locais de Embarque e Horários da Linha Turismo (nesses nós paramos)
1. PRAÇA TIRADENTES
2. RUA DAS FLORES
3.
RUA 24 HORAS

4. MUSEU FERROVIÁRIO
5. TEATRO PAIOL
6. JARDIM BOTÂNICO (ACONSELHO DEMAIS, é lindo)



*Esse jardim fica do lado da Estufa*



7. ESTAÇÃO RODOFERROVIÁRIA/MERCADO MUNICIPAL
Neste fomos a pé, do hotel ficou perto para irmos. É nada mais que uma feira em um galpão. Deixe esse lugar por último na lista do que conhecer.

8. TEATRO GUAÍRA/UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ
O Teatro sempre tem exposições e peças. É um dos maiores teatros da América Latina.


A Universidade só oferece os cursos de Direito e Psico.


9. PASSEIO PÚBLICO/MEMORIAL ÁRABE


10. CENTRO CÍVICO
11. MUSEU OSCAR NIEMEYER

















12. BOSQUE DO PAPA/MEMORIAL POLONÊS

13. BOSQUE ALEMÃO
14. UNIVERSIDADE LIVRE DO MEIO AMBIENTE - UNILIVRE (É LINDOOOOO)






15. PARQUE SÃO LOURENÇO

16. ÓPERA DE ARAME/PEDREIRA PAULO LEMINSKI (Fechada até Maio)


17. PARQUE TANGUÁ




18. PARQUE TINGUI

19. MEMORIAL UCRANIANO
20. PORTAL ITALIANO

21. SANTA FELICIDADE (paramos nesse bairro nos 2 dias para almoçar. É lindo, calçadas largas e ruas de papalelepípedo)
Um bairro super fofo e aconchegante. Cheia de comercio e restaurantes.


22. PARQUE BARIGUI

23. TORRE PANORÂMICA
24. SETOR HISTÓRICO

Soubemos lá, que já está em estudo uma segunda opção de linha turismo. 
Que dará a oportunidade de conhecermos outros lugares que hoje não está na linha.
Em Curitiba tem muita coisa para conhecer. Andamos de ônibus e apé e deixamos o carro na garagem do hotel.

O transito lá é bem rápido, aonde você encontra 6 faixas de uma avenida todas para o mesmo sentido :) Incrível !!!
Tem também faixas exclusivas de taxi e ônibus.
A é tanta coisa...que não cabe um post só.
Bjo...diário de bordo de Bruna e Bruno.

Então é isso...


fontes:
http://www.curitiba.pr.gov.br/conteudo/meio-ambiente-de-curitiba/182 (acesso 23/12 às 13h00)


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